11ª Etapa – Paradoxos da Transição Energética
A expedição aborda os contrastes da transição energética justa em dois países marcados pela dependência de recursos naturais não renováveis.
A expedição aborda os contrastes da transição energética justa em dois países marcados pela dependência de recursos naturais não renováveis.

Explora a interação entre furacões e vulcões e como transportam umidade essencial, semelhante à função da Amazônia.

A hipótese de como a umidade da Amazônia influenciou as chuvas no litoral baiano na época da chegada dos portugueses.

A expedição expõe a busca por indícios que correlacionam a descoberta de novos vírus com o degelo acelerado no planalto do Tibete.

Uma jornada pela polêmica rodovia BR-163 na região de fronteira agrícola, local onde teria sido articulado o "Dia do Fogo".

A colisão climática que faz da região o epicentro das tempestades mais severas do planeta: os fluxos da Amazônia contra a Antártida.

Na região amazônica do Beni, encontramos centenas de lagoas artificiais milenares e as raízes da formação dos grandes rios do continente.

Uma jornada pelo Parque Nacional Amboró e as nascentes amazônicas mais ao sul do continente, marcadas por drásticas variações de altitude.

Uma reflexão do deserto mais árido do planeta para traçar um paralelo com o perigoso e silencioso processo de desertificação do Brasil.

No extremo sul, pesquisamos a segunda maior saída de água doce do continente, ponto que recebe praticamente toda a umidade amazônica.

Embasada no relatório O Futuro Climático da Amazônia, esta etapa, que deu origem ao projeto, percorre a região onde, prioritariamente, a umidade amazônica encontra a Cordilheira dos Andes, alterando sua trajetória em direção ao Centro-Sul da América do Sul.